quinta-feira, abril 26, 2007

(In)segurança quando me pegas...



(Desculpem a qualidade da foto, foi tirada com o meu telemovél desta vez as baterias da maquina digital tinham se ido...)

quinta-feira, abril 12, 2007

Uma agradavél surpresa...

Numa tarde pouco agradavél, andava eu a deambular pelas ruas sem destino. Até andava a jogar com o labirinto urbano que a cidade tinha para me oferecer, a alternar com as ruazitas mais intimas e as grandes avenidas a formigar. Era a unica coisa que me distraia dos pensamentos que estavam em efervecencia na minha cabeça... Até é um bom cocktail: "ai Pode" nas orelhas, pensamentos na cabeça, e distração...
Estava eu a vaguear por aqui e por ali quando de repente dei conta que estava frente a um sitio onde até costumo gastar dinheiro (sera algo de inconsciente eu ir la ter?). E como ja hà algum tempo que nao ia la cheirar as novidades, decidi empurrar as portas da Fnac... Là estava eu a sondar os diversos sectores da loja à procurar de uma novidade interessante... Sai de là meia hora mais tarde com três dvd's na saquinha castanha caracteristica da marca.
Quando finalmente regressei a casa, deixei para um canto o que tinha comprado, durante uns dias... Pois, pode
parecer algo estranho mas tenho que estar prédisposto a ver um filme senéao, nunca acabo de o ver. Sei là... deve ser a minha paciência que não esta para aturar duas horas de uma projeção cinematografica... enfim... Até que chegou uma noite onde decidi finalmente render o dinheiro gasto por pelo menos num dos três dvd's que tinha comprado... Então la vai, tiro um da saca quase à sorte e calha-me o "Little Miss Sunshine".
Muito bem instalado na minha cadeira e com uma garrafa de agua com limao concentrado, começo a visionar o filme. Duas horas depois, acaba o filme e que grande filme! Estava longe de pensar que um filme sem pretenções iria mexer tanto comigo... é um autentico "melting pot" de emoções que me tocou em pleno coração... Uma vez acido, outra sarcastico e outra vez caustico, este filme consegue com subtileza equilibrar a balança da comédia e da emoção. O que ao principio parece ser uma simples viagem pelo pais (EUA) transforma-se numa terapia de grupo. Suspeito também uma descrição satirica do famoso sonho americano e da constante busca de sucesso, ou seja sobre a nossa constante busca da marcas que nos mostram quem realmente somos.
Enfim, este grande pequeno filme pode não ficar nas memorias ou nem pode marcar as pessoas que o tenham visto, mas para mim, fica no meu "hall of fame" cinematografico e não podia passar sem falar dele.





segunda-feira, fevereiro 26, 2007

segunda-feira, fevereiro 19, 2007

Mea culpa


Desculpas... Terei eu de pedir desculpas? A quém? Porquê? Para que efeito? Sentir-me-ia melhor é? Seria uma catarse, ou apenas umas confissões perante o tribunal implacável da minha mente? Nesse caso nada é melhor do que se manda para a agua.
Então pelo que faço peço desculpa. Desculpa também por fazer as coisas da maneira como as faço mesmo sabendo que não agrada aos outros. Desculpa pelo que digo quando estou zangado ou mais em baixo. Desculpem-me por descargar assim tanto em vocês às vezes. desculpem-me às vezes por pensar que faço rir com o meu humor e as minhas piadas falhadas, unicamente no sentido de vos fazer sentir melhor quando estão em baixo. Desculpem-me por insistir sempre em saber o que não
está bem com vocês, de querer saber custe o que custar o porquê do vosso mau estado psiclogico. Desculpem-me por ser um mentiroso, um impaciente, e às vezes impulsivo. Desculpem a minha estupidez e a minha timidez ridicula. Desculpem-me por eu às vezes estar a fazer filmes e vocês a aturar-me. Desculpem-me me por não ter conseguido a ser o quem eu queria. Desculpem-me por eu ter feito de mim o que sou agora. Desculpem-me pelas promessas não cumpridas, pela minha má educação. Desculpem-me pela minha inocência, incultara, e pelo meu péssimismo crónico. Desculpem as ideias negras omnipresentes desde ha tempo a mais. Desculpem-me por não ter a força (ou pelo menos não a encontrar em mim) para voltar à pessoa que era antes. Desculpem-me por ser lunatico. Desculpem-me por não estar presente quando precisam de mim. Desculpem por não mostrar um don, ou um talento numa area qualquer. Desculpem-me por querer ter ambição, mas também por ser tão critico e dificil comigo. Desculpem-me por estar a escrever isso e fazer figura de parvo.
Desculpem-me por ser eu.

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Não esta ao abandono não...

Mas apenas não tenho tido nem tempo, nem cabeça, nem inspiração para publicar aqui um post novo... é que isto esta um um pouco complicado comigo neste momento... Espero ke venham dias melhores para mim. Não sou egoista, sei que ha pior mas apenas quero pensar um pouco em mim... Quero tentar sair deste abismo insondavél que é a minha situação actual mas com uma unica pà como ferramenta, isto torna-se complicado...

Mas não me esqueço... Ando sempre com a minha maquina por este mundo e pode ser que apareça algo de novo...


quarta-feira, janeiro 17, 2007

quinta-feira, janeiro 04, 2007

...


...


Por algum lado...


segunda-feira, dezembro 18, 2006




Uma mensagem a transmitir... mas a mente a esbarrar...

Uma porta fechada... e a chave não encontrada,
Um futuro para escrever... mas a tinta a faltar,
Uma corrida para fazer... mas a resistência física desgastada,
Uma montanha para subir... mas o fôlego já a acabar,
Um caminho para abrir... mas a bússola desorientada,
Uma pessoa de quem gostar... mas um ser próprio antes a aceitar,
Um sonho a concretizar... mas a esperança esgotada,
Uma pagina para virar... mas um peso dificil de levantar,
Uma vida para viver... mas? mas...



sexta-feira, dezembro 15, 2006

quinta-feira, dezembro 14, 2006

O inimigo...

Depende unicamente de você de nao ser o vencido, mas a possibilidade de vencer é lhe dada pelo inimigo.
Assegurar-se contra uma derrota implica uma tactica defensiva; a capacidade de desfazer o inimigo significa tomar a decisão da ofensiva.

(tratado militar chinês)

terça-feira, dezembro 12, 2006



Quase um mês...

Hum... ja não me aparecia nada pela frente ha ja uns tempos... mas a fome de continuar este pequeno projecto
pessoal levou me a encontrar uma nova fonte de "inspiração"... A foto que vem ai a seguir não foi muito bem tirada. Apesar disso, conseguia retranscrever a emoçao e a atmosfera do quadro que se apresentou a mim naquele momento...

Obrigado.

segunda-feira, novembro 13, 2006

sexta-feira, novembro 10, 2006

E a seguir?

Mudanças? Não... acho que esta tudo em ponto morto... Sempre aquela letargia, aquele torpor presente em mim, aquelas preguntas que tal um tornado, devastam a casa da minha alma... As piores delas, as rajadas de vento mais fortes são "Mas que faço eu aqui?" ou, "O que avi ser de mim daqui a uns anos? como vou ser ou estar?"
Essas preguntas aparentemente anodinas revelam ser um enigma para a minha pessoa. Muita gente diz que cada um de nos neste mundo, tem uma missao para cumprir, um objectivo, ou seja que temos todos um destino...
Mas se temos a certeza de ter um destino traçado, para que é que lutamos , trabalhamos, ... cada dia? Se o destino existisse mesmo não valia a pena fazer essas tarefas, pois porque de todas as maneiras o que tera de ser sera. Se fosse realmente assim, o que seria do homem hoje em dia? Nada...
O facto é que o destino nao existe, somos nos que o construimos. Ao nascer, nada esta feito tudo tem que se construir, como nos nos temos de nos construir socialmente e psicologicamente. Os nossos gostos, a nossa personalidade é que vao orientar nos pouco a pouco. O destino é apenas uma palavra derrisoria e futil inventada para disfarçar a incapacidade, a perda de controlo do homem perante uma situaçao que ele não consegue solucionar... E uma palavra reconfortante para ele, que lhe faz esquecer o fracasso do projecto pessoal que tinha previsto. E um placebo que lhe alivia a alma e a consciencia remetendo-se assim de qualquer maneira à incerteza do futuro... E, escondido atras desse simbolo que é o destino, o homem ( ou a mulher para as feministas) sucumbe à facilidade e não acaba por se realisar como ele quer. Muitos nao se importam, dizem que vivem ao dia à dia (Serão uns irresponsaveis? Ou simplesmente eles é que têm razão?), outros não conseguem avançar sem ter uma ideia do projecto da vida deles...
Sera que o nosso objectivo nessa Tera não serà simplesmente poder realisar-se? Fazer o que nos gostamos?

Pessoalmente, estou inquieto sobre o meu projeto. pensei que ja estava a correr bem, qu etudo ia ser como queria, mas alguns imprevistos lavaram me a reconciderar a questão... mas desta vez as respostas sao muito mais dificeis... E acho ke o Destino nao é uma palavra que ce relaciona com o futuro mas mais como um balanço da vida, do tipo "este foi o meu destino", "fiz isso", "essa foi a minha realizaçao nesta Terra". Não estamos predestinados a nada...

Comentem...

quinta-feira, novembro 09, 2006

domingo, novembro 05, 2006

terça-feira, outubro 24, 2006

terça-feira, outubro 10, 2006

quinta-feira, outubro 05, 2006